Introdução Já percorremos um bom caminho até aqui. Instalamos o PostgreSQL em diferentes cenários, vimos algumas ferramentas para utilização no dia a dia, mas você já deve estar um pouco cansado disso e louco para colocar a mão na massa, não é? Então, neste artigo, exploraremos os principais comandos e conceitos envolvidos na administração e
Categoria:Categoria:Modelagem e Dados
Removendo colunas com OIDs no PostgreSQL
A partir da versão 12 (que já tem um tempinho), o Postgres deixou de suportar o uso da coluna oculta “OID” (ou “Object Identifier”), que até então era opcional em tabelas normais e se tornou uma coluna explícita nas tabelas do catálogo do sistema. Até a versão 11, você podia criar uma tabela com a
Jogando Termo com Postgres
Esses dias, no meio do happy hour, estava comentando da última partida de Termo, que virou mania recentemente. Aí uma colega perguntou qual a palavra você utiliza para começar o jogo? Após ver que o nosso expert Guedes já pegou o dicionário para brincar no banco de dados, resolvi responder à pergunta com um pouco
CHAR para VARCHAR
Há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante… lá na era do COBOL, os dados eram armazenados em uma tabela onde cada coluna ocupava espaços fixos. Assim, o CEP ocupava a posição de 1 a 7, o número de 8 a 12, o logradouro de 13 a 33 e assim por diante. Quando os
Sintaxe no PostgreSQL: endereço de rede
Bom, chega um ponto em que estou falando mais sobre tipos de dados do que sobre sintaxe propriamente dita. O PostgreSQL é um SGDB que nasceu com uma proposta ousada: não apenas substituir o Ingres, mas ter uma arquitetura orientada a objetos e ser muito extensível. Um dos impactos disso é a capacidade de se
Sintaxe no PostgreSQL: ENUM
Entenda a sintaxe dos tipos ENUM no PostgreSQL: definição com CREATE TYPE, alterações com ALTER TYPE e boas práticas de uso.
Sintaxe no PostgreSQL: booleanos
Se você não leu, recomendo que leia o artigo sobre estrutura léxica do PostgreSQL antes de começar por aqui. Toda informática é baseada na lógica booleana. Os dados booleanos são utilizados geralmente como flags para marcar se determinado atributo de uma tabela está presente ou não. Por incrível que pareça, apesar de ser o tipo
Chaves artificiais no PostgreSQL: desempenho
Falamos sobre a criação de chaves artificiais, como usar UUID ou sequências, inclusive falamos sobre a nova sintaxe adotada no PostgreSQL 10 utilizando as chamadas IDENTITY COLUMNs. Uma reação comum que vimos por aí é achar que é mais simples sempre usar UUID, uma vez que não há risco de colisão e pode-se utilizá-lo em
Chaves artificiais no PostgreSQL
Com o advento das ferramentas de ORM, criar chaves artificiais virou um vício. Mesmo antes delas, as chaves artificiais já existiam, e temos bons motivos (e maus motivos também) para adotá-las. Existem várias formas de criar uma chave artificial. No PostgreSQL, temos duas bastante utilizadas. Uma delas utiliza as sequências para gerar números sequenciais. Note
Gerando valores aleatórios no PostgreSQL, ou quase…
Em homenagem à Megasena acumulada que eu não ganhei… uma pequena brincadeira no PostgreSQL, gerando números, datas, caracteres e pedaços de textos –Um número randomico de 0 a 1 =# SELECT random() n; n ——————- 0.210320219863206 — Um número inteiro de 0 a 100 =# SELECT round(random() * 100) n; n —- 32 –Uma data
